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	<title>Arquivos Painéis - Data Privacy</title>
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		<title>Governança Global e Regulação: Cooperação no Sul Global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Data Privacy Global Conference]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 17:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ana Clara A. Rocha A sessão de encerramento da segunda edição da Data Privacy Global Conference contemplou o tema &#8216;Governança Global e Regulação: Cooperação no Sul Global&#8217;. A partir das perspectivas da América Latina e da África em relação aos direitos digitais, proteção de dados e privacidade, bem como o acesso à infraestrutura tecnológica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Ana Clara A. Rocha</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sessão de encerramento da segunda edição da Data Privacy Global Conference contemplou o tema &#8216;Governança Global e Regulação: Cooperação no Sul Global&#8217;. A partir das perspectivas da América Latina e da África em relação aos direitos digitais, proteção de dados e privacidade, bem como o acesso à infraestrutura tecnológica em países emergentes. O debate destacou oportunidades únicas, como a influente posição do Brasil no G20, e os desafios inerentes na formação de alianças multilaterais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">João Brant, Secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, iniciou o debate destacando a complexidade nas articulações nas pautas do Digital nos países do Sul Global. Enfatizou a necessidade de considerar as mudanças de mercado impulsionadas pelas Big Techs e suas interações com agendas políticas, exemplificadas pela criação do G77. João argumentou a favor de estabelecer uma agenda comum entre os países, com o objetivo de preservar a soberania digital e fortalecer a confiança, combatendo a desinformação nas plataformas digitais e promovendo a inclusão digital. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida, o diálogo encaminhou-se para os Direitos Humanos e Direitos Digitais. Miriam Wanjiru, Oficial de Programas da África Oriental na Paradigm Initiative, salientou que muitos países em desenvolvimento compartilham desafios comuns, como a rápida mudança em políticas de curto prazo em detrimento de estratégias de longo prazo. Apontou as dificuldades enfrentadas por esses países em participar e influenciar discussões intergovernamentais, e como as nações do norte frequentemente mantêm uma abordagem colonialista em relação ao sul global. Miriam enfatizou a importância de analisar as necessidades da base da pirâmide social na construção de alianças e reconheceu que ainda estamos longe de uma cooperação efetiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, para alguns dos palestrantes há uma esperança nas recentes declarações presidenciais do Brasil, em relação à liderança do G20, informou as prioridades ao combate à pobreza, à desigualdade e a busca por inovação e interação global. Também ressaltou a importância de respeitar a privacidade e proteger dados pessoais, considerando os desafios comuns do Sul Global e os valores culturais e de desenvolvimento sustentável, para formular uma abordagem unificada, ao invés de uma oposição global. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi destacado que, ao tratar da integridade da informação e confiabilidade, a liberdade de expressão deve ser discutida coletivamente, já que a abordagem individual não é suficiente para proteger de forma eficaz as informações disseminadas por Inteligência Artificial em escala internacional. Isso é especialmente crítico em democracias populosas e vulneráveis, como Brasil e Índia, onde o impacto na democracia é significativo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, todos esses esforços refletem a complexidade e a necessidade de cooperação a partir de uma visão coletiva desses países, enfrentando os problemas base, além de considerar suas questões históricas para construir a soberania digital no Sul Global.</span></p>
<p><strong>Ana Clara A. Rocha foi uma das bolsistas da segunda edição da Data Privacy Global Conference. Como parte de seu compromisso como bolsista selecionada, ela teve a oportunidade de produzir um relatório ou outra forma de documentação escrita ou visual, destacando sua experiência e contribuição para a DPGC.</strong></p>
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		<title>Desvendando os Desafios da Governança de Dados</title>
		<link>https://dpgconference.com.br/desvendando-os-desafios-da-governanca-de-dados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Data Privacy Global Conference]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 14:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
		<category><![CDATA[DPGC]]></category>
		<category><![CDATA[Painéis]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade de dados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Juliana Silva, Advogada em proteção e privacidade de dados e Jornalista de Tecnologia No Data Privacy Global Conference, organizado pela Data Privacy Brasil, o painel sobre Governança de Dados Intersetorial, moderado por Andreza Rocha, profissional experiente na gestão de pessoas e tecnologia, as discussões se aprofundaram na intersecção entre o setor público e privado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Por Juliana Silva, Advogada em proteção e privacidade de dados e </span><span style="font-weight: 400;">Jornalista de Tecnologia</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Data Privacy Global Conference, organizado pela Data Privacy Brasil, o painel sobre Governança de Dados Intersetorial, moderado por Andreza Rocha, profissional experiente na gestão de pessoas e tecnologia, as discussões se aprofundaram na intersecção entre o setor público e privado no tocante à governança de dados. A proposta era clara: explorar os desafios que ambos os setores enfrentam, cientes das complexidades inerentes. </span><span style="font-weight: 400;">Andreza Rocha iniciou o painel com uma pergunta crucial: &#8220;Como a legislação atual sobre privacidade e proteção de dados impacta as práticas de Governança de dados nos setores público e privado?&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Guilherme de Almeida, Diretor de Programa da Secretaria Extraordinária para a transformação do Estado no Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, trouxe uma perspectiva enriquecedora. Ele expressou que essa indagação persiste há décadas devido à evolução das leis e regulamentações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A ausência de lei levou à criação de leis, e sua existência exige desdobramentos </span><span style="font-weight: 400;">constantes em decretos, portarias e situações práticas. Contudo, a questão </span><span style="font-weight: 400;">fundamental permanece a mesma.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Almeida destacou três valores essenciais nesse contexto: a obrigação de transparência na esfera pública, a proteção da privacidade dos dados pessoais como direito fundamental na esfera privada e a geração de valor, tanto público quanto privado, desde que não infrinja os dois primeiros. Ele ressaltou a complexidade atual, especialmente com a aplicação de inteligência artificial, exigindo uma nova lógica de governança e diálogo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A inteligência artificial pede uma nova forma de construir isso, com participação, diálogo e integração de diferentes áreas. Se não houver diálogo, uma área regula de um lado e outra de outro. E quem está no mercado acaba ficando travado devido a esse conflito de regulamentações,&#8221; explicou Almeida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O painel ofereceu uma visão esclarecedora sobre como a governança de dados enfrenta desafios dinâmicos, sublinhando a importância de uma abordagem integrada e colaborativa para enfrentar as complexidades do presente e do futuro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No palco do evento Data Privacy Global Conference, durante o painel, Juliana Abrusio, Head da área de Tecnologia e Proteção de Dados do Machado Meyer, trouxe vários insights sobre a interseção entre legislação, privacidade e governança de dados. Ao responder à pergunta de Rocha sobre o impacto da legislação atual sobre privacidade e proteção de dados nas práticas de governança de dados, Abrusio enfatizou que a governança não é algo novo, mas tem se adaptado às tecnologias emergentes. &#8220;Governança de dados tem uma história longa, mas tem se reconfigurado recentemente com tecnologias como Big Data, IA, reconhecimento facial, IOT e Blockchain. Todas essas tecnologias dão mais importância ao que sempre foi praticado na governança de dados, tanto no setor privado quanto no setor público,&#8221; observou Abrusio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Destacando uma distinção crucial, Abrusio esclareceu que governança de dados difere de gestão de dados. &#8220;Gestão de dados envolve rotinas e questões estruturadas, enquanto Governança de dados traz um aspecto de autoridade e decisão. Visa estabelecer quem toma decisões sobre a base de dados da organização, seja pública ou privada,&#8221; explicou ela. A executiva abordou ainda a evolução da governança, mencionando a Governança 2.0. &#8220;Antigamente, a governança estava ligada a obstáculos. &#8216;A governança vai barrar&#8217;, era a conotação. No contexto brasileiro, isso tem mudado. Não estamos na mesma curva que outros blocos, alguns mais avançados, outros mais para trás,&#8221; disse Abrusio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Governança 2.0, segundo Abrusio, não é mais sobre bloquear, mas sim viabilizar sob regulação. &#8220;A regulação é um aspecto dentro da governança,&#8221; ressaltou, apontando para uma mudança de paradigma na abordagem da governança de dados na contemporaneidade. As falas de Juliana Abrusio proporcionou uma visão esclarecedora sobre a evolução da governança de dados, destacando a importância de adaptar-se às transformações tecnológicas e repensar as estratégias em uma era digital em constante mudança.</span></p>
<p><strong>Juliana Silva foi uma das bolsistas da segunda edição da Data Privacy Global Conference. Como parte de seu compromisso como bolsista selecionada, ela teve a oportunidade de produzir um relatório ou outra forma de documentação escrita ou visual, destacando sua experiência e contribuição para a DPGC.</strong></p>
<p>O post <a href="https://dpgconference.com.br/desvendando-os-desafios-da-governanca-de-dados/">Desvendando os Desafios da Governança de Dados</a> apareceu primeiro em <a href="https://dpgconference.com.br">Data Privacy</a>.</p>
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